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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

JAC J3 MAIS BARATO, LANÇAMENTO DO NOVO FUSCA E MONTADORA NACIONAL


Como no fim de semana eu não costumo passar por aqui, a partir de agora vou selecionar as três principais noticias do mercado automobilístico brasileiro, do final de semana, e comentar num post que irá ao ar toda segunda-feira. Se alguém for contra, que se manifeste agora ou se cale para sempre.

JAC Motors reduz o preço dos seus modelos

Como era de se esperar, a montadora chinesa mexeu seus pauzinhos depois dos lançamentos Onix, HB20 e do próprio J2, baixando o preço de toda a sua linha de veículos. O JAC J3 agora custa a partir de R$33.990, uma redução de R$ 3 mil. O J3 Turin passou de R$38.990 para R$35.990. Agora, sim, compensa comprar um JAC? NÃO! Se você está pensando em gastar cerca de trinta mil reais num desses carros, não faça isso! Vá para a Alemanha, alugue uma Ferrari 458 Spider e faça um confortável, seguro e incrível tour pelo país. Vai ser um gasto muito melhor.

Lançamento do Novo Fusca no Brasil

Quando eu critico o Brasil, algumas pessoas reclamam, me mandam ir morar em outro país, dizem que o Brasil é o país do futuro e não aceitam enquadrar o Brasil no grupo dos países pobres. Pois, já que a terra do samba é um país rico, vou tratar o mercado automobilístico como sendo o de um país rico.

Pois bem, é de uma idiotice imensurável pagar R$76.600 no novo Fusca. Eu não vejo razão alguma para esse carro custar tudo isso, só na versão de entrada. Na versão completa o preço passa dos R$100 mil (!). Mas, já que o Brasil é o país do futuro, rico e está em pleno desenvolvimento, tenho a absoluta certeza de que ninguém vai pagar mais de cem mil reais num Beetle mexicano.

CAOA quer criar marca nacional

A ideia é muito boa, mas essa nova marca vai passar longe de ser 100% nacional. O primeiro modelo a ser produzido pela marca seria um compacto popular, com projeto da fabricante chinesa BYD. Caso isso se confirme, o que viria a ser uma montadora nacional não teria um modelo 100% brazuca. Estaríamos importando tecnologia chinesa e montando sobre uma marca nacional. Não é o ideal, mas já é um começo, mesmo nas mãos do Grupo CAOA, que sempre desrespeitou seus clientes e acumula processos de propaganda enganosa. Resta saber como as multinacionais, que dominam o mercado, vão reagir a esse novo popular nacional.

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